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A
HISTÓRIA DA CONI - Comunidade Negra de Indaiatuba
Em
20 de dezembro de 1985 fundada a lei 7437 - lei conhecida como caó
pelo ex-presidente José Sarney - abolição da escravatura,
as prefeituras das cidades regionais foram procuradas para fundarem uma
comunidade negra, na época atuava como prefeito o Sr. José
Carlos Tonin que sugeriu para alguns negros que eram conhecidos em nossa
cidade, entre eles Sr. José Geraldo de Moraes (Gera) e o Sr. José
Carlos Nascimento (Pelé Pintor). E colocou a suma importância
da existência da comunidade negra em nossa cidade.
Em
01 de junho de 1988 é fundada a CONI Comunidade Negra de Indaiatuba,
na época com o nome de Associação Brasileira de Desenvolvimento
e Cultura, presidida pelo Sr. José Geraldo de Moraes, composto
por uma diretoria um conselho deliberativo efetivo de 13 pessoas. Uma
comunidade sem fins lucrativos com o objetivo de resgatar a cultura afro
brasileira.
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As
primeiras reuniões foram realizadas no salão da Igreja
São Benedito e posteriormente com a doação
do terreno pela prefeitura, situada na rua Comendador Nagib Ibraim.
Após árduos trabalhos, entre o próprio presidente
e diretores e participantes em mutirão, construíram
o salão para as primeiras reuniões em sede própria.
A comunidade realizou eventos beneficentes, bazares, etc.
A
comunidade lotava a arena do parque ecológico nas tardes
de domingo, que aplaudiam as danças, os shows comandados
pela diretoria da Coni, juntamente com a secretaria da cultura.
Para levantar renda para construção e se manter.
Entre
vários eventos a comemoração do 8º anivesário
da Coni, que buscou uma atração marcante, o evento
a reunião das raças com a colônia Alemã
e Suíça. Que foi um sucesso incrível surgindo
através deste encontro a idéia de resgatar as festas
étnicas de nossa cidade. Uma idéia que deu certo
e hoje sentimos orgulhosos de estarmos participando da X Fenui.
A
comunidade tem uma história afro descendente muito rica
para ser desenvolvida. Temos espaço para interação
de quem queira contribuir, para juntos darmos sequência
de um trabalho intenso, neste espaço que nos foi criado
para resgatar a cultura afro descendente da nossa cidade.
Atualmente
a Coni está sendo presidida pela Srtª Sônia
Eugênio e continua aberta para recepcionar qualquer pessoa
que queira incluir a comunidade independente de raça, cor
ou religião.
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